segunda-feira, 4 de março de 2013

Tipos e gêneros textuais


Ao longo de nossa vivência enquanto falantes, temos a oportunidade de convivermos com uma enorme diversidade de textos. Basta sairmos às ruas que tão logo está confirmada esta ocorrência. São panfletos, outdoors, cartazes, dentre outros.

Ao enfatizarmos sobre os tipos textuais, esta classificação relaciona-se com a natureza linguística expressa pelos mesmos. Classificando-se em narrativos, descritivos e dissertativos. Conforme demonstra os exemplos:

Um texto narrativo caracteriza-se pela sucessão de fatos ligados a um determinado acontecimento, seja ele real ou fictício, o qual pressupõe-se de todos os elementos referentes à modalidade em questão, como narrador, personagens, discurso, tempo e
espaço.

O descritivo pauta-se pela descrição minuciosa de uma determinada pessoa, objeto, animal ou lugar, no qual as impressões são retratadas de maneira fiel.

O dissertativo conceitua-se pela exposição de ideias, reforçadas em argumentos lógicos e convincentes acerca de um determinado assunto.

Já os gêneros textuais estão diretamente ligados às situações cotidianas de comunicação, fortalecendo os relacionamentos interpessoais por meio da troca de informações.

Tais situações referem-se à finalidade que possui cada texto, sendo estas, inúmeras. Como por exemplo:

A comunicação feita em meio eletrônico é um gênero textual que aproxima pessoas de diferentes lugares, permitindo uma verdadeira interação entre as mesmas.

Existem gêneros textuais do cotidiano jornalístico, cuja finalidade é a informação. É o caso da notícia, da entrevista, do artigo de opinião, do editorial, dentre outros. 

Há também os chamados instrucionais, como, por exemplo, o manual de instrução, a bula de um remédio, e outros. 

Outros que se classificam como científicos, os quais são oriundos de pesquisas e estudo de casos, como a monografia, tese de doutorado, ligados à prática acadêmica. 

Enfim, seja qual for o gênero utilizado, torna-se de fundamental importância sabermos que todos possuem uma finalidade específica perante à comunicação estabelecida, e como fazem parte da modalidade escrita da língua, são regidos de normas específicas no que se refere à sua composição.

Por Vânia Maria do Nascimento Duarte
http://www.alunosonline.com.br/portugues/tipos-e-generos-textuais.html

domingo, 25 de novembro de 2012

A linguagem verbal e não verbal


A linguagem verbal e não verbal

 



Procurando facilitar nossa compreensão sobre este assunto, analisaremos as imagens a seguir:




De acordo com nossa observação, percebemos apenas a presença de símbolos, sem nenhum tipo de escrita.


Mas será que esses símbolos nos dizem algo? Como interpretá-los?

Na verdade, eles têm muito a nos dizer. E nós, à medida que vamos adquirindo experiência e ampliando nosso conhecimento, conseguimos decifrá-los facilmente.


Trata-se de uma linguagem não verbal, na qual o objetivo da comunicação é nos alertar sobre algo. Como podemos conferir:

A primeira placa dialoga conosco da seguinte maneira:
 

“É proibido parar e estacionar”.

A segunda diz:

“Este local é reservado para pessoas portadoras de deficiência física.”


Assim como estas, há também várias outras, como por exemplo:

Silêncio, hospital!
Proibido fumar!
Cuidado! Cão bravo! 
O semáforo do trânsito, além de gestos, dança e artes em geral, como pinturas, esculturas, teatro.

Já na linguagem verbal, a comunicação é realizada por meio de palavras, seja através de um cartaz, de um texto, uma propaganda, um anúncio, e muitos outros.


O importante é sempre lembrarmos:


Toda linguagem, seja verbal ou não verbal, possui um único objetivo:

Estabelecer algum tipo de comunicação entre quem fala ou escreve, e quem ouve ou lê.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Escola Kids

A importância da interpretação textual


A importância da interpretação textual



A leitura faz parte de nosso dia a dia, seja na escola, nas tarefas de casa, durante algum percurso que fazemos, enfim, em todos os momentos ela está presente. 

O fato é que quando a praticamos, muitas vezes não paramos para pensar sobre a sua verdadeira importância, ou seja: até que ponto este ou aquele texto fez sentido para nós enquanto mantínhamos contato com ele?
 
Você sabe o porquê dessa pergunta? 

Muitas vezes, principalmente na escola, a professora sugere uma leitura e, logo em seguida, ordena que seja feita a interpretação referente ao texto lido. Mas como realizá-la, se não lembramos quase nada daquilo que acabamos de ler? Quando isso acontece é porque ainda não temos a habilidade necessária a todo bom leitor. 

Essa habilidade em saber interpretar um texto, pelo fato de ser muito importante, precisa ser rapidamente conquistada, pois ela nos ajudará em todas as disciplinas, a começar por aquele probleminha de matemática....
Ah! Quantas vezes o lemos e não conseguimos resolvê-lo, não é verdade? 

Pois bem, o mais importante nessa atividade é sabermos decifrar qual a mensagem que um determinado texto quer nos transmitir e, para isso, é essencial analisarmos alguns pontos.
 

Precisamos estar atentos ao título, uma vez que ele nos fornece pistas sobre o assunto que será tratado posteriormente. Logo após, surge o primeiro parágrafo que, dependendo do texto, revela os principais elementos contidos no assunto a ser discutido.

Geralmente, nos parágrafos seguintes, o emissor (a pessoa que escreve) costuma desenvolver toda a sua ideia de um modo mais detalhado e, ao final, faz um uma espécie de “resumo” sobre tudo o que foi dito, para não deixar que nada fique vago, sem sentido para o leitor.

Até aqui falamos sobre a forma pela qual o texto se constrói, mas há também outro detalhe que não podemos nunca nos esquecer: a pontuação. Às vezes, uma vírgula pode mudar o sentido de uma frase, os pontos de interrogação e exclamação dizem tudo sobre as “intenções” do autor, ou seja, ele pode deixar uma pergunta para refletirmos, pode também elogiar ou fazer uma crítica, utilizando o ponto de exclamação, concorda? 

Assim sendo, resta ainda dizer que nem sempre numa primeira leitura podemos identificar todos os elementos necessários a uma boa compreensão. Caso a mensagem não fique clara ao nosso entendimento, realizamos uma segunda, desta vez um pouco mais atenta, dando importância aos sinais de pontuação, como também analisando cada parágrafo e retirando dele a ideia principal. 

Agindo assim, considere-se um leitor competente!!!

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Escola Kids

http://www.escolakids.com/a-importancia-da-interpretacao-textual.htm acesso 25/11/2012

domingo, 22 de julho de 2012

NOVA ORTOGRAFIA EM QUADRINHOS












Resumo Capitães da areia de Jorge Amado


Capitães da areia de Jorge Amado
Resumo
Capitão da areia de Jorge Amado trata da vida de menores abandonados da Bahia liderados por Pedro Bala e moram num velho trapiche em Salvador, eles vivem de pequenos furtos e malandragens. Capitães de areia revoltam-se por causa do abandono em vivem. A obra denuncia as desigualdades sociais, contraponde permanentemente burguesia e povo, e a desonestidade da classe dominante e a sensibilidade a dos que vivem à margem da sociedade.
Pedro Bala era o chefe dos capitães da areia, ele comandava e planejava roubos feitos pelos menores abandonados.
 João Grande tem um pé grande, por isso tinha esse nome. Tinha treze anos de idade, fumava e bebia cachaça, era uma espécie de tenente de Pedro Bala. Não gostava de ver ninguém fazer maldade aos menores.
O Professor gostava muito de ler, era muito inteligente, respeitado pelos membros do grupo por saber contar histórias.
Pirulito era muito religioso, gostava muito de rezar e seu sonho era ser padre.
Sem Pernas por causa do seu defeito físico, era surrado por outros menores, e com isso ele era muito revoltado. Mas o que ele queria mesmo e sentia muita falta era de um carinho, de alguém que lhe desse amor.
 O Gato era elegante, bonito, um autentico candidato a malandro, vestia-se bem e tinha um caso com Dalva que era uma prostituta, a qual lhe dava dinheiro.
Boa Vida não gostava de trabalhar, era um dos mais malandros da cidade, só gostava de fazer samba e cantar.
Volta Seca venho do sertão, tinha ânsia de vingança, pois se criou sozinho e sem amor.

Jorge Amado utiliza o recurso das cartas para criticar indiretamente os poderosos por meio da linguagem, examinada em diferentes níveis. Assim, a escrita redundante, das autoridades da um tom da reportagem, e parece colaborar para a feição realista do romance, como se o narrador quisesse dar a impressão para o leitor de que o que vai contar é absolutamente verdadeiro. Nesse romance o escritor procura mostrar os costumes em seus aspectos positivos e negativos da sociedade nordestina, em especial do seu estado, a Bahia, onde procura traçar um perfil de heróis típicos, que mostram as contradições da sociedade capitalista.

A MULHER SEM PECADO - Resumo

A MULHER SEM PECADO
Nelson Rodrigues


            Lídia era a segunda mulher de Olegário, ele fica paralítico, mas mesmo antes de ficar doente ele já sentia muito ciúmes de sua esposa Lídia, mas com sua paralisia o ciúme tornou-se excessivo, e passa a atormentá-la com suas desconfianças, e contrata pessoas para vigiá-la em todo lugar que vai. Esse ciúme sem medidas que Olegário sente em relação à Lídia, acaba induzindo-a a traição, pois fica infernizando-a com insinuações, e colocando pensamentos pecaminosos em sua cabeça, e com isso, ela sente-se sozinha, mesmo tendo todo o conforto, a sua vida conjugal é de amargura e de ausência de amor.
            O motorista Umberto sente-se atraído pela patroa e lhe dá um beijo, e esse beijo desperta em Lídia um sentimento desconhecido, nunca antes sentido. Com o motorista Lídia sente desejos que estavam escondidos, sentimento este, que ela nunca sentiu pelo seu marido Olegário. Depois, de certo, tempo Lídia descobre a farsa do marido, pois Olegário mentira, não estava paralítico, fingia a doença para segurar a esposa junto dele, pois aí que aconteceu o contrario ele acabou perdendo a esposa, ela foi embora com o motorista Essa fuga de Lídia aconteceu pela própria culta de Olegário, que se não tivesse fingido paralisia, ela não ia sentir-se tão sozinha e abandonada e abandonou o conforto de sua casa.

EDUCAÇÃO


                           EDUCAÇÃO



“Educar é dar um valioso presente,  não um duro dever.”
               Alberto Einstein 
                  

         A educação na escola, não deve ser apenas aprender o conteúdo curricular, mas preparar o aluno para o exercício da aprendizagem, sabendo usar os recursos do meio em que vive para ensiná-lo a compreender melhor o conteúdo a ser estudado, dando-lhe oportunidade de expor suas idéias, participando realmente das aulas e não sendo apenas um mero ouvinte, mas criando oportunidades para que todos participem com responsabilidade, encorajando-os e respeitando a capacidade de cada um.
         A educação do aluno na escola não deve ser apenas prepará-lo para o futuro profissional, mas para vida. Que sejam no futuro, quando adultos, além de bons profissionais, também bons pais de famílias sabendo enfrentar as adversidades que a vida vai lhe impor.
        . . . que se tornem aprendizes pelo resto da vida; . . . que saiam para o mundo como adultos dignos, com  respeito por si mesmos e pelos outros, apaixonados e dispostos a correr riscos, a colaborar e a compartilhar; . . . que consigam pesar com autonomia e independência e sejam capazes de se importar com a vida, com eles mesmos, com a comunidade, com o meio ambiente e com o planeta. (Guiomar Namo de Mello- diretora executiva da Fundação Victor Civita, revista Nova Escola, período Janeiro/Fevereiro 2005.)


                                                                                             SUZANA  FERRARI                   

VARIAÇÕES LINGUISTICA